segunda-feira, 14 de abril de 2014

FILOSOFIA EM FOCO


CONTEXTUALIZAÇÃO



A Filosofia sempre foi tratada no âmbito da educação básica brasileira como produto requintado, acessível à elite. Decantada nos discursos oficiais, mas maltratada na prática educativa, sua história é marcada pela exclusão. Já no período jesuítico, entre 1553 e 1758, só os colonos brancos podiam estudá-la. Enquanto isso, índios, negros, mestiços e pobres recebiam uma educação catequético-religiosa de segunda ordem. A partir daí, as “re-formas” havidas no ensino passarão a responder pelo seu constante vai-e-vem n currículo escolar.

Em 1891, por exemplo, Benjamim Constant não a privilegiou em sua reforma educacional. Já em 1901 a Reforma Epitácio Pessoa introduziu a disciplina de lógica no último ano do ensino secundário. A Reforma Rivadávia, de1991, nem se referiu à Filosofia. Realizada em 1915, a Reforma Maxiamiliano previu cursos facultativos de lógica e história da filosofia, mas esses nunca chegaram a se concretizar. Com a Reforma Rocha Vaz, em 1925, ocorrida sob o clima das idéias liberais, a Filosofia reapareceu como disciplina obrigatória no quinto e no sexto anos do ensino secundário. Em 1932, a Reforma Francisco Campos dividiu o ensino secundário em ciclos: o fundamental e o complementar, com cinco e dois anos respectivamente, sendo a Filosofia introduzida apenas no currículo do segundo ciclo.

De 1942 a 1958 a Filosofia teve seus programas constantemente alterados. Em 1961, ano em que tem início a vigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de número 4.024, por não atender a objetivos burocrático-tecnicistas da nova concepção de educação, a Filosofia é excluída da educação básica. Em 1969, quando esse expurgo é regulamentado, atendendo a princípios de acordos celebrados entre Brasil e Estados Unidos, disciplinas como Educação Moral e Cívica passam a ocupar o lugar da Filosofia.

Até 1980 a Filosofia não se fez presente na educação básica, salvo honrosas exceções. De 1985 para cá, estão acontecendo ensaios diversos de introdução da Filosofia nos hoje ensino fundamental e médio. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, previu genericamente a volta da Filosofia, ao menos no ensino médio. Recentemente, o Ministério da Educação, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal emitiram documentos nos quais estabelecem a obrigatoriedade do ensino de Filosofia e de Sociologia no ensino médio. Vê-la efetivamente implementada e contribuindo para a constituição de uma cultura filosófica no âmbito da educação formal ainda parece ser um desafio.

Fonte: Revista Ligações Filosóficas Acesso em 14/03/2014.

domingo, 13 de abril de 2014

INTERDISCIPLINARIDADE




Trata-se de um movimento, um conceito e uma prática que está em processo de construção e desenvolvimento dentro das ciências e do ensino das ciências, sendo estes, dois campos distintos nos quais a interdisciplinaridade se faz presente.
Definir um objeto que está em construção, co-existindo com aquele que o estuda é uma tarefa difícil e até certo ponto parcial, uma vez que este objeto está se transformando e se alterando, assim, toda discussão sobre interdisciplinaridade é passível de análise comparativa com o material contemporâneo sobre o tema até que este esteja melhor desenvolvido e articulado, muito mais pela prática do que pela teoria, uma vez que a interdisciplinariedade esta acontecendo, e a partir disso, uma teoria tem sido desenvolvida.
Um estudo epistemológico é proveitoso para a delimitação do tema: Existem quatro palavras que são particularmente relacionadas entre si e todas delimitam uma abordagem cientifica e educacional:

Fonte :http://pt.wikipedia.org/wiki/Interdisciplinaridade acesso em 13/04/2014

RESUMO SUCINTO 
É o trabalho feito e organizado de forma objetiva e composta por dois  ou mais conteúdos curriculares sendo significativos, por exemplo:

Um Tema sugerido Atitudinal:

O meio Ambiente 

Neste tema é possível identificar que o trabalho deve ser embasado pelas seguintes disciplinas:

Geografia - Trabalha a Localização  e o Espaço
História     -  Relaciona a história social 
Ciências   -  Natureza  e formas de vida.
Língua Portuguesa - Faz a dIcotomia entre  escrita e organização estrutural do trabalho.

Explicativa : Tanya Torrico

Fonte: Acima citado.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

REDAÇÃO EM FOCO


I - DICAS DE REDAÇÃO

Antes de tudo é preciso estar bem informado e atualizado sobre tudo o que acontece no mundo, até mesmo aquilo que não te interessa. O tema da redação é imprevisível e pode cair algo que você não domine, portanto, mantenha o hábito da leitura de livros, jornais e revistas. Todo mundo diz a mesma coisa, mas para escrever bem é preciso ler, e ler muito. Só assim consegue-se aperfeiçoar um bom vocabulário.

A primeira etapa da redação é analisar bem a proposta do tema e verificar o gênero pedido: narração, dissertação ou carta. O uso exclusivo do material da prova pode denotar total desconhecimento sobre o tema proposto. As informações que você trouxer no seu texto têm peso maior quando vindas de outros meios que não o oferecido na prova.

A maioria dos vestibulares pede a dissertação, ou seja, um texto que exponha uma opinião pessoal, mas que argumente de maneira impessoal, utilizando verbos na terceira pessoa do singular. Nesse gênero é muito importante que o título seja atraente e inteligente, ele deve dizer sobre o que vai tratar o texto. Parece óbvio, mas muita gente faz besteira na hora de escolher o início do texto. Como ele deve fazer uma “chamada” para o que vem pela frente, a dica é escolhê-lo depois que o texto estiver pronto. É preciso lembrar, também, que o esqueleto deve ser mantido à risca:


Introdução, desenvolvimento e conclusão; tudo isso usando no máximo, 30 linhas.

Deve-se ser capaz de criar um texto, articulando sua opinião de forma a convencer o leitor de que seu ponto de vista é coerente. Para isso, não dê opinião sem embasamento, utilize argumentos concretos e evite todo tipo de “achismo”.


A dica é fazer um roteiro contendo, em tópicos, tudo aquilo que seja importante tratar. Não seja redundante, diga tudo o que tem que dizer de uma vez só, sem rodeios. Isso é fácil quando se estrutura os parágrafos de maneira correta, sem cortar as ideias.

Lembre-se das regras gramaticais, tome cuidado com a ortografia das palavras e com as concordâncias nominal e verbal, principalmente evitando o gerundismo. Não use palavras estrangeiras e gírias e não pense que escrever “bonito”  conta ponto. O importante é ser bem compreendido. Um texto simples não é um texto pobre e não vai te trair na hora de usar corretamente o significado das palavras.

Não generalize, não use siglas desconhecidas e evite repetir palavras, procure utilizar os sinônimos. Fuja da voz passiva e dos períodos muito curtos ou muito longos. Evite, também, usar a letra de forma porque ela dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas. E antes de passar o texto a limpo, revise uma, duas vezes. Um pequeno acento pode te tirar um décimo e uma vaga na lista dos aprovados.

Por fim, não basta saber o que fazer, é preciso saber COMO fazer. Só se consegue um bom texto com muita prática e o ideal é fazer uma redação toda semana. E informar-se não faz mal a ninguém, não adianta treinar e se aperfeiçoar na técnica se na hora do amém você não souber sobre o que está escrevendo.

  
II - PASSOS PARA SEGUIR

1 Passo - Procure o melhor entendimento do tema. Leia com calma a proposta da redação. Lembre-se: há temas tendenciosos... 
2 Passo - Se o tema for objetivo é sempre bom fazer busca de ideias antes de começar a redação. Se o tema for subjetivo, o melhor procedimento é a enumeração ou observar os motes... 
3 Passo - Tema objetivo ou subjetivo, não tenha dúvidas: primeiro faça um esboço de seu texto, um roteiro de viagem... 
4 Passo - Na prova de redação de vestibular, mais se observa no texto a concatenação de ideias. E a melhor forma de alcançar-se qualidade está na seleção dos aspectos a serrem enfocados no texto... 
5 Passo - Por isso, é de bom tamanho saber previamente o que será discutido, analisado nos parágrafos da dissertação... 
6 Passo - Trata-se de estruturar a redação pelos parágrafos, sem perder de vista a coerência interna e a coerência externa, qualidades que não podem ser desprezadas pelo escritor... 
7 Passo - Alcançar-se a coerência com facilidade, para isso, basta não perder de vista o período tópico dos parágrafos. 
8 Passo - Lembre-se: o período tópico forte estabelece a proposição capaz de exigir maiores cuidados do escritor e de prender a intenção do leitor. 
9 Passo - Contrapor ideias no texto torna -o mais dinâmico, e ao mesmo tempo demonstra que o escritor vai discutir, e não impor ideias. 

10 Passo - Todo esse primor pode ser prejudicado sem uma boa revisão gramatical. Afinal de contas, a correção tem seu destaque na redação.


Boa Sorte!


Fonte: Mundo Vestibular acesso em 03/04/2014

DIDÁTICA DO TRABALHO DOCENTE

A Mediação Didática do Professor na Aula 



Artigo 


Alunos costumam comentar entre si: “gosto desse professor porque ele tem didática”. Outros dizem: “com essa professora a gente tem mais facilidade de aprender”. Provavelmente, o que os alunos estão querendo dizer é que esses professores têm um modo acertado de dar aula, que ensinam bem, que com eles, de fato, aprendem.

Então, o que é ter didática? 
A didática pode ajudar os alunos a melhorar seu aproveitamento escolar? 
O que um professor precisa conhecer de didática para que possa levar bem o seu trabalho em sala de aula? 
Considerando as mudanças que estão ocorrendo nas formas de aprender e ensinar, principalmente pela forte influência dos meios de informação e comunicação, o que mudar na prática dos professores?

É certo que a maioria do professorado tem como principal objetivo do seu trabalho conseguir que seus alunos aprendam da melhor forma possível. Por mais limitações que um professor possa ter (falta de tempo para preparar aulas, falta de material de consulta, insuficiente domínio da matéria, pouca variação nos métodos de ensino, desânimo por causa da desvalorização profissional, etc.), quando entra em classe, ele tem consciência de sua responsabilidade em proporcionar aos alunos um bom ensino. 

Apesar disso, saberá ele fazer um bom ensino, de modo que os alunos aprendam melhor?
É possível melhorar seu desempenho como professor? 
Qual é o sentido de “mediação docente” nas aulas?


Fonte: Escola Brasil acesso em 03/04/2014.

terça-feira, 25 de março de 2014

CONCLUINDO O ENEM


Nota: 



Enem pode ser utilizado como certificação de conclusão de ensino médio ?
Sim, é possível utilizar os resultados do Enem afim de obter tal certificação, que com resultado positivo funciona como uma prova de supletivo.

Com os resultados obtidos na prova, é possível avaliar os conhecimentos do aluno afim de prover o certificado de ensino médio.
Com certeza está é uma excelente iniciativa do ministério da educação que garante um meio de comprovar o conhecimento do estudante tanto para entrar em uma universidade ou faculdade, tanto para comprovar seus esforços na obtenção do conhecimento.

Mas como o Enem pode ser usado como um “supletivo” comprovando o ensino médio do aluno ?
O aluno, no caso, usará sua nota do ENEM para tirar seu certificado de conclusão do Ensino Médio.
Para que sua nota seja validada e o seu certificado de conclusão do Ensino Médio seja emitido, o desempenho do aluno no ENEM será medido segundo critérios definidos pelos Centros e Institutos Federais de educação juntamente com as Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia.

Esses critérios podem variar de acordo com o Estado, no entanto, há alguns critérios mínimos básicos:
  • É necessário ter mais de 18 anos antes de ter feito a prova do Enem.
  • Ter concluído o ensino fundamental.
  • Necessário ter um número mínimo de 450 pontos (média subiu de 400 para 450 em 2012) nas 4 áreas de conhecimento do Enem.
  • Ter feito no mínimo 500 pontos na redação do Enem.

É importante também que o aluno que deseja esta certificação de conclusão do ensino médio utilizando a prova do Enem, tenha feito no ato da inscrição a solicitação indicando o desejo de ter a certificação, quem não informou este dado na hora de se inscrever no ENEM, não poderá tirar sua certificação agora.

Feita a opção para buscar a certificação, o Inep irá enviar os dados do candidato e seu desempenho na prova do Enem para as Secretarias de Educação e demais órgãos responsáveis, afim que seja feito todo o processo de validação de resultados e verificação de requisitos para concluir o processo.

Enem e a Certificação do Supletivo


Enem, também terá a opção de valer como certificação do ensino médio, assim como uma prova de supletivo.
As regras atuais não devem sofrer nenhuma alteração, sendo que estão bem razoáveis com o papel de comprovar o conhecimento.
Basta os alunos que almejam esta oportunidade assinalar tal opção quando fizerem sua matrícula para a prova do Enem.
Esta é com certeza uma excelente oportunidade a todos os alunos que não tiveram a oportunidade de cursar de forma regular o ensino médio seja por falta de opção escolar, ou mesmo pela necessidade de trabalhar afim de garantir o sustento familiar.
Com certeza há diversas formas de aprendizagem, e o Enem garante a confirmação que mesmo o aluno não tendo a estabilidade de estudo regular em uma escola, pode prover conhecimento suficiente para comprovar seus desempenho em diversas áreas de conhecimento.

ENEM 2014 - 10 Possíveis Temas

ENEM 2014 

Ficar sempre por dentro dos assuntos que fazem parte do cotidiano no Brasil e no mundo é uma tarefa indispensável aos estudantes que pretendem obter um bom desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2014). A prova não tem uma seção dedicada a atualidades, mas sempre exige que os candidatos demonstrem que o conhecimento aprendido durante o ensino médio se relaciona com uma percepção clara da realidade.
A redação e muitas questões da prova costumam abordar assuntos importantes e atuais, seja no Brasil ou no mundo. O tema da Redação Enem 2014 é a grande incógnita, sendo guardado em total sigilo até o momento da prova. O que mais causa maior apreensão é não ter uma ideia precisa para começar a escrever. Na hora da redação o importante é ter uma visão crítica sobre a realidade e deixar os “achismos” de lado.
Mais do que apostar em uma temática, o importante é fazer redações com diferentes temas sem cair no senso comum, sem fugir da proposta, ser incoerente ou ferir os direitos humanos em cada um dos possíveis temas que você abordar. É ideal que o estudante se mantenha sempre atento aos acontecimentos diários, lendo jornais, revistas, notícias na internet, televisão, dentre outros meios disponíveis.

10 Possíveis Temas para a Redação Enem 2014


Pensando nos possíveis temas para a Redação Enem 2014, nós separamos uma pequena lista de assuntos que podem ser abordados como tema da redação e também em questões do Enem 2014:
  1. Crise na Ucrânia e seus desdobramentos;
  2. O legado da copa do mundo de 2014;
  3. A valorização da saúde pública;
  4. A tecnologia como meio para a educação;
  5. 50 Anos do Golpe de 1964;
  6. A importância do Marco Civil da Internet;
  7. A participação do jovem como agente transformador na sociedade;
  8. Eleições 2014;
  9. A questão da mobilidade urbana no Brasil;
  10. Olimpíadas 2016: O esporte como ferramenta de inclusão social.
De caráter dissertativo-argumentativo, a redação exige que o candidato demonstre domínio padrão da língua escrita, compreenda a proposta estabelecida, selecione, relacione, organize argumentos em defesa de um ponto de vista. Também é importante ser demonstrado conhecimento dos mecanismos linguísticos e a elaboração uma proposta de enfrentamento para o problema abordado.
Maiores dicas e informações sobre a redação você encontra na apostila digital do Enem 2014, material de excelente qualidade elaborado por nossa equipe, contendo o conteúdo programático completo para aqueles candidatos que desejam conseguir uma boa nota no exame. Conte sempre com nosso auxílio, boa preparação!
Fonte: ENEM 2014 acesso em 25/03/2014

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

Filosofia da Educação 



A Filosofia sempre foi tratada no âmbito da educação básica brasileira como produto requintado, acessível à elite. Decantada nos discursos oficiais, mas maltratada na prática educativa, sua história é marcada pela exclusão. Já no período jesuítico, entre 1553 e 1758, só os colonos brancos podiam estudá-la. Enquanto isso, índios, negros, mestiços e pobres recebiam uma educação catequético-religiosa de segunda ordem. A partir daí, as “re-formas” havidas no ensino passarão a responder pelo seu constante vai-e-vem no currículo escolar.

Em 1891, por exemplo, Benjamim Constant não a privilegiou em sua reforma educacional. Já em 1901 a Reforma Epitácio Pessoa introduziu a disciplina de lógica no último ano do ensino secundário. A Reforma Rivadávia, de1991, nem se referiu à Filosofia. Realizada em 1915, a Reforma Maxiamiliano previu cursos facultativos de lógica e história da filosofia, mas esses nunca chegaram a se concretizar. 

Com a Reforma Rocha Vaz, em 1925, ocorrida sob o clima das idéias liberais, a Filosofia reapareceu como disciplina obrigatória no quinto e no sexto anos do ensino secundário. Em 1932, a Reforma Francisco Campos dividiu o ensino secundário em ciclos: o fundamental e o complementar, com cinco e dois anos respectivamente, sendo a Filosofia introduzida apenas no currículo do segundo ciclo.

De 1942 a 1958 a Filosofia teve seus programas constantemente alterados. Em 1961, ano em que tem início a vigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de número 4.024, por não atender a objetivos burocrático-tecnicistas da nova concepção de educação, a Filosofia é excluída da educação básica. Em 1969, quando esse expurgo é regulamentado, atendendo a princípios de acordos celebrados entre Brasil e Estados Unidos, disciplinas como Educação Moral e Cívica passam a ocupar o lugar da Filosofia.

Até 1980 a Filosofia não se fez presente na educação básica, salvo honrosas exceções. De 1985 para cá, estão acontecendo ensaios diversos de introdução da Filosofia nos hoje ensino fundamental e médio. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, previu genericamente a volta da Filosofia, ao menos no ensino médio. Recentemente, o Ministério da Educação, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal emitiram documentos nos quais estabelecem a obrigatoriedade do ensino de Filosofia e de Sociologia no ensino médio. Vê-la efetivamente implementada e contribuindo para a constituição de uma cultura filosófica no âmbito da educação formal ainda parece ser um desafio.

Fonte: Revista Educação Básica. Acesso em 25/03/2014.